Touring Italia- Pisa – Firenze

Posted: Junho 9, 2011 in Europa

O B&B onde dormimos em Pisa era uma casa enorme, com uma dona já na fasquia sénior e com imensa pinta de quem já viveu a vida com todo o conforto. Apareceu-nos de manhã com um cigarro na boca a dizer que o pequeno almoço está na mesa, e que a marmelada e os bolos era ela que fazia. Não tínhamos reparado na noite anterior mas a casa tinha uma varanda com imensa pinta com vista para quase toda a cidade (era um 6º andar), incluída a torre ao fundo.
Depois de nos equiparmos para dar seguimento ao caminho, fomo-nos despedir da senhora que ficou muito curiosa por termos vindo de mota. Chamou corajosa à Patrícia por aguentar a viagem e que certamente isso faria doer o rabo. Ao que se seguiu uma palmadinha no rabiosque em jeito de simpatia.

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Antes de seguirmos caminho queriamos espreitar a torre e tirar um par de fotos. Seguimos para o local onde se amontoavam pilhas de turistas de todo o tipo. Todos a tirarem a foto da praxe, ora a segurar a torre, ora a empurrar. Se nos virarmos de costas para a torre só a olhar para os turistas parece uma parada de cumprimentos fascistas.

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Dali para fora e de volta à mota, aparece um vendendor de pulseiras. Geralmente digo que não quero nada e vão-se embora, mas este tinha mais experiência e disse “nice bike…”, e ganhou-me logo aí. Falámos do Paris-Dakar e no fim ele ofereceu-me duas pulseiras das baratas. Claro que senti que tinha ficado a dever, então disse que lhe comprava uma pulseira das giras para oferecer à Patrícia. Ela meteu a pulseira no pulso, eu saquei da carteira e peguei em 2,5 euros,certamente chegaria penseu eu. Ele diz “20 euros”. Eu digo “Ãh?”. Seguiram-se 2 minutos de negação minha até aquilo baixar para 4 euros e desisti aí da conversa e dei-lhe o dinheiro. Certamente aquilo custa uns 50 centimos, e ele tinha aquele plano já muito oleado para todos os que ali aparecem de mota. A verdade é que larguei 4 euros por 3 pulseiras que não queria. 🙂

Rumo a San Gimignano.
Aqui sim, entrámos na toscânia. Para começar a estrada chama-se “Strada del Vino”. Vinhas, árvores, campos bem tratados, e as casas que são típicas dali. Adegas para degustação de vinhos iam aparecendo aqui e ali, mas estou-me a guardar para visitar outras noutra zona.

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À chegada a San Gimignano vejo já bastantes motas ao redor. Encontro um parque de estacionamento improvisado por 3 grupos. Um de franceses que pareciam uma comitiva patrocinada por GS1200 e Schubert J1; um grupo de austríacos, e um alemão. O alemão era um tipo de cabelo branco e bigode cinzento,  estava a comer uma sandes sozinho num banco de pedra. Depois de acabar a merenda veio ter connosco e perguntou de onde vínhamos: “Portugal, Lisboa”. E disse que ainda não tinha visto portugueses desde que ali anda naquela zona. Ele vinha de Hamburgo, tinha metido a mota no comboio, e durante a noite chegou à fronteira da Suiça. Continuou a partir daí, sempre a acampar sozinho. O plano dele é ir ver umas corridas a San Marino, depois voltar para Livorno, onde a esposa se iria encontrar com ele, e depois logo decidiriam onde ir. Bottom line: Vida porreira.

San gimignano é uma vila típica da toscânia medieval com as torres altas desta zona.. Lembra um pouco o ambiente de Óbidos com a mil lojas de artesanato, doces, enchidos e vinho. Muito gira e muito cheia de turistas.

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Seguimos até Fireze.
Firenze tem uma zona histórica grande e bem gira. Muito semelhante a algumas zonas históricas de antigas cidades europeias, mas com mais cores e mais italianas. A única diferença está no facto de ainda se poder dormir num quarto com 700 anos de idade e com frescos pintados no tecto a 5 metros de altura.

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Passámos a tarde a andar a pé pela cidade, a tirar fotos e a aproveitar o sol que se pôs nesta zona.

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Firenze é provavelmente a cidade com mais Hondas Sh125 ou Sh300 do mundo. É impossível haver mais scooters daquelas juntas numa só cidade, deve quebrar uma lei astrofísica qualquer. A malta da scooter conduz toda sempre a rasgar pela estrada fora aos ‘S’ entre as pessoas, as bicicletas e os carros, e é vulgar estarmos a atravessar uma passadeira e termos de parar para não levar com uma scooter em cima. Sinais vermelhos também não são todos importantes porque aparentemente de scooter pode-se passar. Traços contínuos também não são para se levar muito com importância, pelo que me apercebo é só uma linha que alguém desenhou no chão. Smile

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nesta ocasião em particular contei 91 todas seguidas.

Antes de jantar demos um pulinho num dos recomendados pontos românticos da noite. Subimos uma colina que passa por um bairro nobre e chegámos à piazzale michelangiolo de onde se pode ter uma vista panorâmica sobre a cidade.

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E a noite não acabaria bem sem uma garrafa de vinho partilhada a dois, sentados numa ponte com vista para a ponte velha.

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Touring Italia – Lisboa – Pisa

Posted: Junho 8, 2011 in Europa

Saímos de casa eram 6:10 em ponto. Já era de dia e o tempo estava de sol, com umas nuvens aqui e ali. Sempre a andar em direcção a Badajoz. O objectivo era estar em Barcelona às 10 da noite, e pelo andar da carruagem íamos lá chegar bem antes da hora.Não ia dar para grandes paragens nem nada, mas parecía-nos ser suficiente para lá chegar a tempo.

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Badajoz: checkpoint

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Já só faltam 956 km...

Um gajo esquece-se é que passado umas horas fica com o rabo amolgado, fome, sede e fica com vontade de ir tirando 5 minutos aqui e ali para descansar o incómodo. Era uma da tarde e estávamos às portas de Madrid. Ficámos 15 minutos a olhar para Madrid a partir de uma bomba de gasolina num ermo. O empregado da bomba parecia saído daqueles filmes em que um gajo pára num bomba de gasolina esquecida no monte, ele tem mau aspecto e acabamos todos aos gritos a fugir de uma motoserra. Fez-me estar 5 minutos a olhar para ele a contar os trocos (só eu e ele) antes de eu poder pagar o gelado que tinha ido buscar. Depois tirou-me o gelado da mão, passou-o no leitor de codigo de barras, tirou-me os 2 euros da outra mão e deu-me o troco com um “humpff” meio grunhido.

Enquanto devorava o maxibom olhámos para o horizonte e estava cinzento, estilo uma barreira de cor cinzenta em madrid. Ao caminho…

Era mesmo tão mau quanto parecia, apanhámos uma tromba de água desde os 40km antes da cidade até os 50 km após. 1 hora de chuva bruta! Quando parámos para meter gasolina, e amaldiçoar a roupa molhada, fizémos contas ao relógio e tínhamos demorado 8 horas para fazer metade do caminho, íamos demorar certamente outras 8 para a metade seguinte. Não dava tempo para secar nem parar 5 minutos. Siga…~

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Cheio de vontade de volta à chuva...

Lição 1: não voltarei a cair nas cantigas de vendedores quando dizem “não é goretex mas é 100% impermeável”

Lição 2: com as luvas molhadas, o aquecedor de punhos até pode saber bem, mas coze a pele das mãos.

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A segunda metade da jornada até foi tranquila, o sol e o vento apareceram em força, especialmente o vento que por mais do que uma vez me empurrou a mota para a berma da estrada. Tudo isto misturado com os camiões infinitos, as carreteras del estado todas em obras, e a pressa de chegar ao ferry a tempo, fez-me apressar o passo.

Subimos um bocadinho o conta rotações e toca de fazer caminho.

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À chegada a Barcelona começamos a ver outra barreira cinzenta no horizonte, e esta prometia outra festa igual à de Madrid. Lembro-me de ver na previsão “thunderstorm”, mas nunca pensei que fosse aquele arrabalde de chuva. Preferia ter visto mais trovoada e menos chuva. Relâmpagos só vi 4 ou 5, e a chuva foi outra carga que desta vez me deixou um bocado em pânico. É que o embarque do ferry seria às 22. Mas são as 22 do fuso horário espanhol. Ou seja perdi uma hora de caminho. Tinha agora 30 minutos para atravessar Barcelona no meio de uma tempestade, carros e estradas que não conheço.

Tinha o cérebro a funcionar bem rápido. A atravessar os 20 km que me restavam sempre a imaginar se os pneus se estavam a aguentar bem com aquela camada de água no chão, aquaplanning, com a viseira cheia de pingas gordas que não me deixavam ver bem o caminho, a levar com a água dos outros carros, e indo mais rápido do que o que alguma vez faria em condições mais próximas de casa. Felizmente cheguei às 22 em ponto ao terminal de embarque. Tudo isto para ouvir “O embarque é às 23”. E depois ali ficámos 1 hora todos encharcados a olhar um para o outro e a sonhar com o próximo duche quente.

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Pelo menos os mosquitos ficaram lavados!

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Eventualmente lá entrámos no ferry, estacionámos a mota junto de um grupo de “moteros” espanhóis, e fomos para a cabine. Duche quente seguido de um spaghetti e fiquei logo prontinho para também estacionar o corpo na cama. Não estou habituado a andar de barco e nunca tinha apanhado com mar mais revolto, acordei a meio da noite com o barulho das ondas a bater no barco e com tudo a abanar de um lado para o outro. Olhei pela janela e vi espumas brancas a rebentarem contra o casco. Incomodou-me durante 20 segundos até adormecer de novo. Imagino que se fossem mesmo ondas grandes teria demorado um bocado mais a ignorar o assunto…

Dia seguinte já com outro tipo de horizonte, a missão foi esticar o corpo ao sol, esticar o material também para ver se secava os restos de chuva do dia anterior e dormir umas horas.

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Fórmula para escaldão: dormir ao sol.

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Côte d'Azur vista do mar.

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Depois de um atraso de duas horas na chegada a Livorno, conseguimos depois ir rapidamente até Pisa. Depois de deixar as malas no B&B, zarpámos em direcção ao restaurante mais próximo para matar a fome de pizza!!!

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O Avô 500 e o neto 500.

Touring Italia 2011

Posted: Junho 6, 2011 in Europa

Já fiz as malas. STOP
pisgo-me amanhã. STOP
Arriverdeci! OVER

Bike Tour 2011 – Percurso fechado

Posted: Maio 31, 2011 in Europa
É final, já há um percurso!

Partimos daqui a uma semana e uns dias e toca a fazer quilómetros (mais precisamente 5500 km de estrada).

Aqui ficam os principais pontos onde vamos andar:

  • Lisboa
  • Barcelona-Livorno-Pisa (Ferry)

  • Firenze
  • Lago di Garda
  • Stelvio pass (os famosos 48 ganchos seguidos)
  • Interlaken
  • Furka pass
  • San Gothard pass
  • Lago Como
  • Piemonte
  • Giens
  • Barcelona
  • Cuenca
  • Home

Serra da Arrábida – 2011

Posted: Maio 30, 2011 in Nacionais
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Fica aqui o registo de um passeio pela serra da arrábida numa manhã de fim de inverno.

… a um casamento

Posted: Maio 22, 2011 in Nacionais
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Como surpresa para os nossos amigos fomos acompanhar o carro da noiva até à igreja. No fim em vez de atirar arroz demos um sonzinho da nossa paixão comum. Parabéns a eles!

O Grupinho tinha acabado de comprar 2 motas novas, por isso era essencial que se fizesse um passeio para meter km’s nas máquinas. Antes que iniciasse a época das chuvas e frio no norte fizemos-nos ao caminho e fomos até Sendim comer uma posta mirandesa.

O plano é simples: acordar cedo no sábado e acelerar por Portugal acima, jantar uma posta miradesa, dormir e voltar.

Ponto de encontro: ponte 25 de abril – 6.45h

Atrasos já estão reportados por telefone, aparentemente alguém fechou a porta de casa com a única chave lá dentro.

hora de partida: Outubro 23, 2010 07:07

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Ninguém tem GPS, toca de usar o mapa apenas para se ter uma ideia do caminho. “é para ali que vamos”IMG_5187 copyIMG_5195 copyIMG_5204

Paragem para ajudar o Artur a despachar um bacalhau e dois jarros de vinho tinto.

IMG_5223 copyIMG_5228 copyIMG_5249O bacalhau começa a fazer efeito.

A viagem daqui para cima é toda feita por estrada nacional. Tivemos imensa sorte com o tempo e com a altura do ano. A folhagem das árvores estava naquela altura em que passa de verde para vermelho, então as estradas estavam ladeadas por misturas de cores e cheiros que enchiam a vista. Para não falar da quantidade curvinhas maravilhosas para “desmoer” o bacalhau.

Mais tarde chegamos a Sendim, ao largo da igreja onde fica o restaurante Gabriela – famoso pela posta mirandesa.IMG_5254 copy

infelizmente está fechado por isso partimos em busca de outra recomendação menos mainstream.IMG_5271 copyIMG_5257 copyIMG_5276 copy

Paragem para ceder a passagem ao senhor de branco.IMG_5295 copy

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Depois de fazermos uma reserva para jantar continuámos caminho para Miranda do Douro onde tínhamos reservados quartos na pensão. Depois de uma pausa para refrescar os pés e o assento, aproveitámos para dar uma volta por Miranda do Douro:

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Chega de voltinhas e vamos tratar do assunto que nos trouxe até cá:

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Soube melhor do que um bife enorme com jarros de vinho à mistura depois de ter passado um dia inteiro sentado na mota!

Voltados a Miranda é hora de bater umas chapas em frente à porta da Igreja e ir beber uns canecos à danceteria local.

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Na manhã seguinte deu para dar uma voltinha por Miranda do Douro e ver o aspecto fantástico do local à luz do dia:

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Para voltar para Lisboa o plano seria descer por Espanha até vilar formoso.

Saí de Miranda do Douro já na reserva na esperança de abastecer combustível barato depois da fronteira. Para azar meu não havia ali nenhuma bomba de gasolina. Andámos mais 30 km até encontrar uma bomba, e eu sem saber quantos km é que a reserva desta mota conseguia fazer. Sempre nas calminhas acabámos por ser enganados pelo GPS e encontrar um vazio, e depois com as indicações dos habitantes das aldeias onde passámos, encontrar uma bomba.

O caminho para baixo passou mesmo por cima da Presa de Almendra cuja dimensão é muito acima de qualquer barragem portuguesa.

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Daqui já era hora de nos pormos ao caminho para irmos almoçar a Ciudad rodrigo. Continuamos por ali a baixo por uma estrada que parecia tudo menos a típica Espanha que tenho visto. Estradas com paisagem verde, gado, e curvas!!!

Almoçamos uma pizza no sítio do costume e pomo-nos na estrada (e foi aqui que experimentei uma FJR)

Já só chegamos a casa pela noite, cansados e com vontade de mais.

Percurso    

Góis 2010

Posted: Agosto 15, 2010 in Nacionais
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No ano anterior tínhamos acompanhado o grupinho até uma concentração menos concorrida. No ano seguinte voltaram ao roteiro do costume e rumámos todos em direção a Góis.

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Como de costume para mim e para a a Pat a partida é sempre feita na sexta ao fim do dia. Tínhamos já o grupo à nossa espera que tinham partido um dia antes.

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À chegada já era tarde e já toda a gente estava no recinto dos concertos, estacionámos, era tempo para respirar ar puro e tirar umas fotos enquanto alguém nos vinha indicar onde ficava a nossa tenda no parque de campismo.

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Aproveita-se para tirar umas chapas à mota nova. e aos que passam pela noite fora.

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De manhã acorda-se com a conversa da vizinhança…

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Nas redondezas de Góis há uma grande quantidade de piscinas fluviais e como na vila o rio está cheio de gente aproveitámos o dia para nos afastarmos da confusão de escapes ao rubro e conhecer o que há ali à volta.

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Em Góis não há capacetes

No sábado à tarde, depois de almoço num restaurante típico da zona, era tempo de dar umas voltinhas e explorar mais um pouco da região. Perguntámos por mais sítios para se dar um mergulho no rio e numa aldeia próxima enviaram-nos para um poço no rio que era mais resguardado.

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Este local era engraçado porque dava para subir a queda de água donde vinha o rio e sentar-mo-nos nas covas das rochas polidas pela água e almofadadas pelo musgo.

Curioso foi verificar que depois tinha as pernas cheias de uns bicharocos estilo micro-sanguessugas.

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The gang

No domingo era hora de voltar,  o plano era almoçar em grande noutro local e seguir caminho até casa.

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Dia do Motociclista 2010

Posted: Abril 19, 2010 in Nacionais

[Abril 2010]

Por ser tradição do nosso grupo de amigos fomos pela primeira vez ao dia do motociclista. Um evento em que um largo grupo de motociclistas se reúne. É celebrada uma missa ao ar livre num ambiente misto de credos e falta deles, mas que regra geral envolve algum respeito pela cerimónia.

Cerimónia

O momento da benção das motas tem a sua particularidade visto que o Padre Zé Fernando é motociclista e passa em pé à pendura numa mota por um corredor enorme de motos de ambos os lados espalhando água benta pelas motas que ali estão.

Corredor de Motas